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Segunda Edição

Dom Pedro II e a influência judaica no Brasil

Consagração

Em terreno fértil irrigado por diversos povos perseguidos e oprimidos clamando por salvação levantou-se um Imperador caridoso, cuja moral Divina lhe seguia a face, amigo do povo e amigo dos judeus.

Foi Dom Pedro II, fruto de uma gestação nacional brasileira, que consagrou a liberdade aos povos, tornando-se o mais culto e admirado Imperador do mundo em sua época, certamente também por seus valores judaicos relacionados a consciência e a espiritualidade. Get more information about ไฮโลออนไลน์ m88

Conhecia as principais línguas da Europa e era versado nas disciplinas clássicas e orientais. Era um pouco astrônomo, bibliógrafo e helenista. Grande homem, grandes valores, grande Imperador.

Em célebre frase que melhor sintetizou a pessoa do monarca brasileiro Roberto da Matta, sociólogo e antropólogo, em sua obra “Carnavais, Malandros e Heróis”, resumiu: “D. Pedro II não nasceu, foi fundado; tornou-se patrimônio nacional”.

Enfim, Dom Pedro II é daqueles homens que ao invés de sempre dele lembraremos,jamais o esqueceremos.

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Veja alguns videos interessantes:

Dom Pedro II foi um visionário e um amigo dos judeus

A primeira sinagoga do Brasil 6:50

Registro da comemoração do primeiro aniversario da sede de Botafogo da Shel Guemilut Hassadim, a primeira sinagoga do Brasil. Foi inaugurada em 1873, no Rio de Janeiro, com a permissão do Imperador Dom Pedro I

Dom Pedro Salvo o Telefone 2:18

Em continuação a publicação apresentada anteriormente, apresentamos um breve vídeo com encenação sobre o surgimento do telefone e seu inventor Graham Bell e do interesse do Imperador Brasileiro D. Pedro II:

O Brasil também é Judeu 5:20

Raizes judaicas do povo brasileiro

Petrópolis, 13 de maio de 1889.

Por Dom Pedro II

Por Dom Pedro II
(Imperador do Brasil)

No Brasil brilhou sempre o mês de maio,
Mas só da redenção foi este o dia,
Em que o meu coração já não ouvia
A voz do captiveiro em seu desmaio.
Brilhou da Divindade enfim o raio
Que há muito o brasileiro pressentia,
E exultando em sua íntima alegria
Diz: – Firmei-me no bem, no mal não caio!
Já todos como irmãos agora unidos
Serviremos à Pátria com fervor,
Para assim resgatarmos tempos idos...
E hosanas entoando o Criador,
Vejo enfim Meus esforços concluídos:
E Sou de um Povo Livre o Imperador!

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Diploma de Honra

Admiração Geral

Dom Pedro II não explorou nem o estado nem seu povo. Uma permanente curiosidade pelas descobertas científicas aproximou-o de todos os grandes espíritos da época em que viveu.

Em visita ao Instituto Israelita de Cegos em Viena, o Imperador Dom Pedro II, mereceu diploma em honra por ter fundado no Brasil semelhante instituição, contendo o seguinte texto, aqui traduzido do alemão:

À Sua Majestade Imperial

D. Pedro II

Imperador do Brasil

No coração dos alunos do Instituto de Cegos da HeheWarte de Viena, ressoam ainda as palavras benignas e consoladoras que Vossa Majestade dignou-se dirigi-las por ocasião da sua venturosa visita ao Instituto a 21 de março de 1877.

Quando os alunos ouviram o que Vossa Majestade desejava festejar com Seu glorioso povo, eles também, cheios de recordações e com sentimento de profunda gratidão desejam unir as suas vozes no coro de regozijo e consagração pelo Seu sábio governo sobre milhares de seres humanos.

Assim, tomam a liberdade de cumprimentar, em profunda veneração o sublime Monarca que, de Sua parte, fundou no Seu reino um asilo para aqueles desditosos que sofram a nossa sorte.

Escreveram em algumas folhas seus apaixonados sentimentos colocados num envelope feito por eles mesmos.

Permita Sua bondosa Majestade este pequeno sinal de caloroso entusiasmo ser-lhe transmitido na mais profunda reverência, a um soberano que o mundo admira como um sábio e erudito, como um amigo da humanidade no trono.

Fechamos com o verso inicial do hino de povo austríaco:

D’s proteja, D’s Preserve Vossa Majestade.

Viena, 1881

Mudanças na Europa

Mudanças na Europa

A Europa fervilhava com tantas conquistas a fio de espada. A força da Igreja seguia aumentando desde que Constantino, antigo imperador romano, declarará o cristianismo como religião do Estado. A mentalidade e o pensamento cristão se transformaram durante a Idade Média na esteia da filosofiae esta, desenvolvida desde os tempos da Grécia e Roma, minava a estrutura religiosa-ritualista do judaísmo.

Fragmentado, o continente vivia sérias instabilidades e os estados recém autônomossubjugavam-se aos mais fortes que associavam-se no objetivo de conquistas por territórios.

A busca pela centralização do poder era ainda herança latente da influência romana.

A Igreja Católicaera então um coordenador poderosíssimo com seu braço repressivo, ouvindo denúncias e calúnias na busca de heresias e bestialidade, causando a expulsão de alguns povos e a conversão de outros que logo necessitaram trocar de nomes, ou para fugir das perseguições ou para adequar-se a elas.

Com a autonomia que formou novos estados, a economia logo tornou-se tema necessário para consolidação social. Assim, o comércio, antigo e próspero modelo de movimentação de riquezas logo tomou importante lugar no cenário mundial.

Jornais

O Descobrimento do Novo Mundo

“The Globe” dizia:“Ele era culto, ele era patriota, era gentil e indulgente; tinha todas as virtudes privadas bem como as públicas, e morreu no exílio”.

O “The Tribune” sentenciou: Seu reinado foi sereno, pacífico e próspero…”

“The Times” apresentava a perspectiva popular: “(…) até novembro de 1889, acreditava-se que o falecido Imperador e sua consorte fossem unanimemente adorados no Brasil, devido a seus dotes intelectuais e morais e ao seu interesse afetuoso pelo bem estar dos súditos(…)Quando no Rio de Janeiro, era constantemente visto em público; e duas vezes por semana recebia seus súditos e viajantes estrangeiros, encantando a todos com sua cortesia (…)”

“The Herald”escreveu:

Numa outra era, e em circunstâncias mais felizes, ele seria idolatrado e honrado pelos seus súditos e teria passado para a história como Pedro o Bom.

Nitidamente abalado com a perda, Benjamin Mossé escrevia:

Dom Pedro d’Alcântara, cuja biografia um modesto rabino teve a honra de escrever com ajuda de um sábio brasileiro Barão do Rio Branco, foi uma das mais admiráveis figuras da nossa época moderna. Fundador e organizador do imenso império brasileiro foi amigo das letras. Conhecedor a fundo do hebraico, era certamente mais fluente nesta língua que muitos filhos de Israel. Ele não somente amava nossa língua, mas nos amava, elogiava as virtudes de nosso povo e indagava-se com o antissemitismo. A última obra em que o monarca trabalhava era judaica, uma manifestação ressoante a favor do judaísmo que guardara para sempre a sua memória.

Mesmo entre os republicanos do Brasil o reconhecimento da grandeza do falecido Imperador se fez presente. Quintino Bocaiúva, um dos proclamadores da República, escreveu no jornal “O Paiz”:

“O mundo inteiro, pode-se dizer, tem prestado todas as quantas homenagens tinha direito o Sr. Dom Pedro de Alcântara, conquistadas por suas virtudes de grande cidadão”.

Até mesmo José Veríssimo, ardente Republicano, reconhecia a liberdade que Dom Pedro II proporcionou ao Brasil:

“Em seu governo todos pensávamos como queríamos e dizíamos o que pensávamos”.

Em Varsóvia, o jornal “HaTsfirá” (A Sirene), editado em hebraico, escrevia:

“Bem aventurado aqueles que viram Dom Pedro II, Imperador do Brasil, e ouviram-no falar na língua sagrada. Bem aventurados todos aqueles que o saudaram e foram por eles saudados”.

O Descobrimento do Novo Mundo

A Abolição da escravatura terá sido, talvez, a maior obra de Dom Pedro II.

Democrático e liberal, logo percebera que o processo abolicionista deveria ser introduzido pouco a pouco no Brasil de modo a evitar a explosão de uma guerra civil como ocorrera em outros países cuja abolição surgira por imediata imposição governamental.

O Brasil, embora Império, constituía-se por quatro Poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador (o Imperador), chegando as eleições diretas para escolha de certos cargos.

Assim, Dom Pedro II, desferiu longa e penosa batalha política nas Câmaras, contra os partidos escravocratas, com escopo de aprovar consciente e legislativamente a lei de sua iniciativa que aboliria de vez a escravatura.

O Imperador conseguiu então, sempre junto de seus aliados do partido abolicionista que era marcado por ilustrespensadores como Eusébio de Queiróz, aprovar, inicialmente, a Lei que proibiu o tráfico negreiro, limitando à propriedade servil aos escravos e filhos de escravos do Brasil.

Em seguida, após não diferente intensa batalha, conseguiu aprovação da lei que dava liberdade aos filhos dos escravos e depois a que libertava os escravos aos sessenta anos, minando estrutural e pacientemente a escravatura.

Com toda esta luta o Imperador ficara muito enfermo epara melhor recuperação seus médicos recomendaram que ele deixasse o País em férias.

Acatando as prescrições, o Imperador viajara ao exterior deixando a frente da regência do Brasil sua filha a Princesa Isabel.

Porém, nestas férias, o Imperador, debilitado de tantas lutas políticas que lhe consumiam o intelecto numa verdadeira disputa de forças para alcançar a abolição da escravidão, vira seu estado de saúde piorar.

E aí? Se interessou?